Servidor pessoal de revistas

Procurei pela internet e ainda não encontrei um servidor (para rede local) de revistas. Acho que vai ser melhor fazer um então. Provavelmente vou fazer e deixar o código disponível pra quem quiser usar, sob GPL.

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Digitalizando Fitas Cassete – Parte 2: VHS

De volta ao mesmo tema, me dei conta que não haveria lógica em digitalizar todas as fitas de áudio e manter as fitas VHS em seu formato original. Então continuei as digitalizações trabalhando nas fitas VHS. Elas estão em menor número e é mais complicado conseguir um vídeo cassete em bom funcionamento, isso me incentivou a esta prioridade.

Acredito que com 1 ou 2 fitas por dia termino em menos de um mês, uma vez que não preciso acompanhar todo o processo de digitalização da fita.

Eu uso um computador com processador Pentium 4, 1 GB de ram, um HD de 40GB e uma placa de captura PCI da PixelView. Os vídeos são capturados em formato MPEG 2 e depois convertidos para Mpeg4 no formato MKV. No final tem aproximadamente 6 Horas em 1GB de arquivo.

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Digitalização de Fitas Cassete: Parte 1

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Há anos coleciono uma grande quantidade de fitas cassete, dentre muitos outro multimeios(mas isso é assunto pra outra oportunidade), Entretanto tenho ficado sem espaço, como a maioria das pessoas. Portanto iniciei um projeto de digitalização e posterior descarte do material que possuo, pretendo manter somente um exemplar de cada modelo de fita para coleção.

A ideia é simples, digitalizar o áudio e fotografar a própria fita e todo o material que estiver junto, como capa, anotações, etc.

Tive que escolher um formato para o áudio, o mais popular acaba sendo o mais confiável, portanto escolhi MP3. Minhas fitas não são de alta qualidade e definição, então para a codificação do arquivo MP3 escolhi 16bit, 128kbps.

Acredito que conseguirei colocar todo meu acervo de fitas (ainda não sei quantas) em um cartão microSD de 32gb.

Quando terminar faço um relatório total.

Micro conto

Depois de correr, não havia mais fôlego e nem para onde fugir. O carro já havia se perdido há tempos, sem gasolina, só restava os últimos passos cansados e desesperados de Jack. O assassino se aproximava cada vez mais e Jack não conseguia manter o ritmo da fuga. Durante alguns minutos ele pensou que seu fim estava próximo, que seria a última vez que a veria, ela que sempre foi seu motivo para viver agora seria a causa de morte. Correndo entre as árvores da mata cerrada, ele se apoiava nos galhos e as vezes tropeçava. O assassino se aproximava cada vez mais, era muito mais jovem e mais bem preparado para aquele terreno que Jack. John, o assassino, não se intimidava por raízes expostas, galhos espinhosos, somente corria e chegava cada vez mais perto. De repente Jack se aproximara de uma grande clareira aberta, o terreno se tornava subitamente plano e de pedra, a mata havia acabado. Há poucos metros estava o John, com sua 45 automática apontada para a cabeça de Jack. No silêncio da clareira se ouviu 1 disparo. Jack caia imóvel.

Lembramos para não esquecer.

 

 

O passado não existe, o futuro também não. O que há é somente presente, que passa e desaparece. Nos prendemos em nossas lembranças que acreditamos serem nossas. Registros, gravações, escritos. As pilhas de coisas vão se tornando insuportáveis e nos obstruindo de progredir. O passado teima em não ir embora como deveria. As vezes atitudes drásticas são necessárias.

Sobre automatismo e tudo ao mesmo tempo

Prestar atenção às coisas cotidianas pode parecer óbvio, mas não é. Já me peguei fazendo muitas coisas no ‘modo automático’ e às vezes não me lembro se fiz ou não alguma coisa. Falo de se esquecer se trancou o carro quando está há 1 km dele e atrasado, ou se lembrou de tirar a frente do rádio do painel, ou qualquer outra coisa. Temos abas demais abertas na vida e é difícil aproveitar o momento. São muitos compromissos, coisas para comprar e para pagar, e trabalhar para ter dinheiro para pagar estas coisas que queremos usar até que algo mais novo, mais legal, mais caro apareça.

A ideia é: Faça uma coisa de cada vez e faça bem feito.

Esse é o segredo.

Domingo

E o domingo está passando, são 17 horas agora. Amanhã é segunda e tudo recomeça.

O ciclo de faculdade, estágio, faculdade, contas pra pagar, almoço correndo, faculdade, estágio, trânsito, posto de gasolina, estacionamento, contas pra pagar, pressa, faculdade, estágio e  por aí vai. A vida corre solta e com pontas voando. O risco da falta de controle iminente é muito cansativo. Qualquer risco constante é cansativo, se não qualquer constante é cansativa. Nos reinventamos ou nos acostumamos. Tenho problemas em me acostumar, sempre há uma sensação de tensão, uma falta ou uma sobra. O equilíbrio, difícil de conseguir está teimando em não aparecer. Torna-se uno com o universo é algo mais complicado que pensei a princípio.

Melhor não desistir e seguir seguindo… (redundâncias a parte).